Celisa Beranger – Previsão: O Papel Dos Disparadores

A Astrologia nasceu preditiva, portanto podemos dizer que a Previsão é seu verdadeiro coração.

Porém, a Astrologia tem limites em suas previsões porque não indica fatos explícitos, mas contextos que podem levar a acontecimentos.

No século passado, diversos autores tais como Hadés,  Henri Gouchon, Bernadette Brady, Celeste Teal e Silvina Simonovitch defenderam a utilização de diversas técnicas e afirmaram, através de exemplos práticos, que acontecimentos importantes estão apontados simultaneamente em indicações diversificadas.

A utilização de diversas técnicas é relevante no sentido de promover segurança com relação às condições que podem promover acontecimentos.

Para isto é preciso conjugar as técnicas de modo a localizar assuntos ativos na vida pessoal, seja em um momento dado ou no período de um ano.

No caso de uma direção ou trânsito tenso em andamento, é preciso saber se as tensões já se apresentaram e em que condições se desenvolveram. Para isto é importante ouvir o cliente e as questões por ele relatadas. Na verdade, é o cliente quem vai definir as questões relacionadas aos contextos expostos, tenham ou não ocorrido.

No caso de trânsitos, é aconselhável localizar períodos anteriores nos quais tenham ocorrido trânsitos de mesma natureza, perguntando pelas ocorrências.

Uma vez definidos os contextos, o cliente dará significado ao que tiver vivenciado e sido orientado, podendo se conduzir melhor com relação às condições, ao invés de considerá-las como situações externas perturbadoras.

Uma questão importante para o bom funcionamento da previsão é o conhecimento do Mapa Natal, ou melhor, do como as tendências se desenvolveram e estão atuando.

Em um primeiro atendimento, estas informações podem ser obtidas através da solicitação prévia de meia dúzia de datas de acontecimentos importantes, espaçados pelo menos três anos, para não misturar direções, de modo a localizar os fatores astrológicos envolvidos.

Também é possível localizar previamente ocasiões nas quais possivelmente ocorreram acontecimentos, utilizando Direções Simbólicas ou Secundárias do Sol, Ascendente e Meio do Céu, Trânsitos de Saturno, Urano e Plutão ao Sol, Lua, um astro focal de figura, Ascendente e Meio do Céu. As confirmações ocorrerão perguntando-se por prováveis condições indicadas pelos fatores astrológicos envolvidos.

Antes de abordar nosso método, vamos apresentar a importância da utilização das técnicas conversas.

Além das Direções Primárias, que desde a origem são diretas e conversas, também devemos utilizar Direções Secundárias, Revoluções Solares e Trânsitos conversos.

É preciso esclarecer que o movimento converso nada tem a ver com vivências anteriores ao nascimento, mas sim com uma simetria, no sentido de uma harmonia do Universo. A partir do instante do nascimento o tempo transcorre nas duas direções, para frente e para trás.

De certa forma, esta questão foi teoricamente confirmada em janeiro de 2015 pelo trio internacional de físicos constituído por Julian Barbour da Universidade de Oxford, Tim Koslowski da Universidade de New Brunswick e Flavio Mercati do Instituto Perimeter de Física Teórica.Em estudo publicado na revista “Physical Review Letters” os três cientistas sugeriram que é a gravidade e não a termodinâmica que faz a flecha do tempo avançar e, isto sugere universos paralelos, e não um único se expandindo. Os cientistas defenderam que é verdadeiramente indiscutível no que se refere às leis da física, que elas são exatamente as mesmas, independente da direção em que o tempo corre. Em função disto sugeriram que há dois Universos iguais e simétricos. Um se move para a frente no tempo e outro para trás.

Se a teoria for verdadeira, o Big Bang não é mais o início cósmico, mas apenas uma fase em um universo atemporal e eterno: “Esta situação de dois futuros exibiria um único passado, caótico em ambos os sentidos, o que significa que haveria essencialmente dois universos, um de cada lado deste estado central”, explica o cientista Barbour ao acrescentar que se eles forem suficientemente complexos, ambos os lados poderiam sustentar observadores que notam o tempo indo em direções opostas. Assim teríamos sempre a possibilidade de dois futuros, isto filosoficamente e teologicamente é verdadeiro, mas a física precisa de certezas experimentais e não apenas hipotéticas.

Considerando isto, astrologicamente cada situação da vida pode ser observada no momento em que ocorre e, ou, no seu simétrico. O movimento converso pode confirmar o direto ou enriquecê-lo com informações que o direto não apresenta.

Vejamos então a sequência da conjugação para o período de um ano:

Fase do Ciclo (29,5 anos) da Lunação Progredida Secundária, observada no Mapa Progredido direto. Esta fase indica o quadro geral, situando a pessoa no contexto de seu ciclo de vida.

No semiciclo Crescente: Nova (Geração), Crescente (Aparição), Primeiro Quarto (Ação) e Quase Cheia (Avanço)

No semiciclo Decrescente: Cheia (Culminação), Disseminação (Reavaliação), Último Quarto (Reorientação) e Balsâmica (Liberação)

Eclipses – Luas Novas e Cheias especiais, que ocorrem sobre a eclíptica. E, portanto, próximos aos Nodos Lunares. Durante 19 anos os eclipses percorrem todo o mapa e no período de 1 a 3 anos  ativam  uma mesma polaridade de casas, enfatizando seus assuntos e mostrando o que é preciso ser revisto, nutrido ou suprimido. Após a consideração das casas ativadas, é preciso observar os astros aspectados pelos graus dos eclipses dentro do período de um ano, considerando um orbe de até 5º, sendo a força maior até 3º e 100% para 1º. A duração dos eclipses é de 6 meses lunares, ou melhor, até outro de mesma natureza. Porém, quando o eclipse seguinte toca o ponto oposto ao anterior, como ocorreu com o eclipse anular do Sol de 26/02/2017, 8º de Peixes, em relação ao eclipse também anular de 01/09/2016, 9º de Virgem, a duração é de um ano.

Mapas Progredidos Secundários, Direto e Converso. Priorizando Aspectos envolvendo Sol, Ascendente e Meio do Céu. Estes aspectos que aparecem nos Mapas progredidos participam das direções formadas pelas posições progredidas. Também devem ser observadas mudanças de signo, em especial do Sol e dos eixos, principalmente Ascendente e Meio do Céu.

Profecção – a mais antiga dentre as progressões. Um signo por ano. Planetas no signo estão ativos. Casa que corresponde ao signo indica um assunto ativo. Planeta regente da casa pode indicar assunto ativo. Trânsitos de planetas no signo da Profecção podem estar mais fortes.

Revoluções Solares, Direta e Conversa e sua superposição com o Mapa Natal. Devem ser priorizados: Planetas junto aos ângulos. Uma predominância por casa. Casas do Sol, Lua e Parte da Fortuna (costuma haver um acontecimento nesta área). Um aspecto partil. A Casa Natal de superposição do Ascendente e a casa da Revolução onde se localiza o Ascendente natal. Caso a consulta ocorra algum tempo após a data de aniversário, a Meia Revolução deve ser elaborada.

Direções: Primárias e Secundárias diretas e conversas e Direções Simbólicas. Devem ser priorizadas as direções que envolvem Sol, Lua, um planeta em destaque (focal de Padrão Planetário ou de quadratura T, isolado por hemisfério, sem aspecto), Ascendente e Meio do Céu. A prioridade é para conjunções, quadraturas e oposições.

É importante observar as repetições entre diferentes direções. Nas Primárias, é preciso observar a repetição das ligações denominadas Mútua Aspectação.

Trânsitos de Urano, Netuno e Plutão e os trânsitos tríplices de Saturno e Júpiter. Priorizando aqueles que envolvem Sol, Lua, um planeta marcante, Ascendente e Meio do Céu, em especial conjunções, quadraturas e oposições.

Para conjugar as técnicas de períodos longos, montamos um gráfico anual de Trânsitos Lentos (incluindo as mudanças de movimento), Lunações e Eclipses, Lua Progredida Secundária, Direta e Conversa, no qual escrevemos também as datas de início e exatidão das direções. Lamentavelmente, os gráficos do Solar Fire não permitem uma conjugação completa.  É preciso optar entre Primárias e Arco Solar e não é possível conjugar direções diretas e conversas.

Um segundo gráfico é constituído pela superposição dos mapas progredidos com o mapa natal, acrescentando posições ativas por arco solar, trânsitos, eclipses e planetas nos ângulos das Revoluções Solares. Para este gráfico, pode ser utilizado o QuadriWheel do Solar Fire.


Este é o gráfico que tem como objetivo localizar áreas e funções mais ativas, portanto indicando os temas principais.

Disparadores

Embora os movimentos rápidos possam promover condições, vamos considerá-los em seu papel de disparar os movimentos lentos, uma vez que estes  são os que marcam os acontecimentos importantes da vida.

Dividimos os Disparadores em dois grupos:

 1º – Técnicas de períodos curtos:

  • Lunações
  • Direções da Lua Progredida Secundária
  • Estacionamentos por trânsito
  • Trânsitos de Júpiter e Saturno
  • Trânsitos de Marte

2º – Técnicas diárias:

  • Mapa Diário de Trânsitos
  • Mapa Diário Progredido Secundário

Neste texto enfocaremos apenas as técnicas do primeiro grupo

Vejamos o funcionamento destas técnicas:

Luas Novas e Cheias constituem os grandes trânsitos do Sol e da Lua.  São os principais disparadores de trânsitos, direções e eclipses.

Os graus das Luas Novas e Cheias por casa e aspecto aos astros do Mapa Natal, dentro de um orbe de até 5 graus (até 3 graus a força é maior e 1 grau 100% de força). O grau da Lua Nova permanece ativo durante todo o ciclo lunar, 29,5 dias, e o da Cheia meio ciclo, ou melhor, 14 dias.

Acompanhando o movimento do Sol, da Lua e de um planeta rápido em aspecto com a Lua Nova ou Cheia, especialmente conjunção, é possível localizar o dia do disparo.

Quando o astro aspectado pela Lua Nova estiver em grau superior ao dela, o aspecto exato do Sol pode promover o disparo. Quanto ao movimento da Lua, devem ser observados a quadratura 7 dias após e a oposição, após 14 dias.

Estas condições também são  válidas, e mais forte, para os eclipses.

Um exemplo triste ocorreu na morte do ator Domingos Montagner (26/02/1962 São Paulo), dia 15/09/2016, no horário em que a Lua fez oposição ao ponto do eclipse anular do Sol de 01/09, em 9º de Virgem, que havia mobilizado sua oposição Plutão (8º de Virgem) Sol (7° de Peixes) Natal.

Muitíssimas vezes constatamos a ativação da Lua, especialmente no caso de eclipses, ao fazer a primeira quadratura ou oposição ao ponto do eclipse do Sol.

Direções da Lua Progredida Secundária, direta e conversa, duram dois meses considerando o orbe de 1º, exceto no caso das conjunções cujo orbe aproximativo aumenta para 3º, portanto a duração se estende a quatro meses.

A Parte da Fortuna que aparece nos Mapas Progredidos Secundários não é a verdadeira progressão secundária da Parte da Fortuna, uma vez que, é recalculada em função do movimento da Lua. Mesmo assim, pode ser utilizada como disparador, uma vez que, movendo-se como a Lua, é considerada um Ascendente lunar.

Estacionamentos por trânsito – Um planeta estacionário está em sua potência máxima, principalmente Saturno, Urano e Plutão. Muitas vezes quando mudam de direção promovem acontecimentos.

Nos anos em que Marte retrograda, seu estacionamento também promove disparos.

Trânsitos de Júpiter e Saturno mobilizam os trânsitos dos demais planetas lentos, direções ou eclipses.

Trânsitos de Marte constituem um conhecido gatilho.

Primeiro gráfico, que conjuga Trânsitos lentos, Lunações e Eclipses e Lua Progredida Secundária Direta e Conversa, inclui os 5 disparadores mais importantes. Deste modo, utilizando-o é possível localizar as ocasiões mais prováveis das ativações dos contextos prometidos pelos movimentos lentos constituídos pelas direções, trânsitos e eclipses. Volte ao gráfico para localizar os 5 disparadores.

Vejamos alguns exemplos de disparadores: 

EXEMPLO 1: Lua Nova ativa Trânsito e Profecção

 


Em 2016, Ascendente e Saturno natal, de casa 1, estavam mobilizados por direções, Revolução Solar e eclipse do Sol.

O Sol, em Libra na casa 11, já havia recebido a quadratura de Plutão e Urano em trânsito. O trânsito de Plutão continuava em seu segundo ano, porém Urano avançou para a oposição a Mercúrio.

A Profecção do ano estava  em Virgem, onde se encontra Plutão natal. O regente da Profecção, Mercúrio, está em Libra na casa 11.

A Lua Nova de 07/04/2016, 18º de Áries, em conjunção com Urano (20°) e quadratura com Plutão (17°), fez oposição ao Sol e Mercúrio natais, disparando os trânsitos de Plutão e Urano. Além do mais, dia 15 de abril Plutão estacionou e dia 17 mudou para o movimento retrógrado. A utilização do gráfico mostraria com clareza estes disparos.

Dias depois, o pai muito idoso, apresentou um problema de saúde, foi internado e veio a falecer no dia 30.

Ressaltamos que, por casa derivada, a casa 11, onde se encontram Sol e Mercúrio natais, é a 8 da 4, por este motivo está relacionada a perda de familiares.

Poderíamos relatar muitos outros casos de disparos de trânsitos de Urano e Plutão ocorridos nesta Lua Nova.

Vejamos outro acontecimento referente a este mesmo mapa – a Lua Progredida Secundária promove o disparo.

No final de 2015 o Meio do Céu progredido fazia conjunção ao Netuno natal que, em sextil ao Meio do Céu Natal, faz trígono ao Fundo do Céu. Entre outubro de 2015 e janeiro de 2016, a Lua progredida alcançou o Meio do Céu progredido e fez conjunção ao Netuno natal promovendo duas situações positivas, em um contexto de ano difícil: a primeira em dezembro, como disse a cliente, “caiu do céu o aluguel por temporada” de um apartamento que estava vazio há tempos”. A segunda foi um pequeno cruzeiro em janeiro.  Portanto a Lua progredida mobilizou a direção Meio do Céu Netuno.

EXEMPLO 2: Homem

Em 2015, a Lua natal no Fundo do Céu do rapaz encontrava-se muito ativada pelas direções de Marte Converso e Netuno Arco Solar.

A Revolução Solar confirmava o contexto das direções, uma vez que,  a Lua na casa 12 estava  em oposição exata a Netuno na casa 6. Além do mais, a casa mais ativa da Revolução era a 8, indicando crises.

Urano transitava a casa 6 natal em quadratura ao Meio do Céu-Fundo do Céu. Haviam, portanto, diversas indicações de mudanças e surpresas no âmbito doméstico e familiar, em especial com relação à fragilidade que levasse a cuidados, provavelmente da mãe – uma senhora que, apesar de idosa, até então era independente e se cuidava muito bem.

No dia 15 de julho a Lua Nova, em 23º de Câncer fazia quadratura com Urano, em 20º de Áries. Dia 24 Urano estacionou e dia 26 retrogradou. Neste mesmo dia Marte, em trânsito, fez conjunção ao Meio do Céu natal ( em quadratura com Urano em trânsito), e dia 31 Marte fez oposição à Lua. Neste mesmo dia, a mãe teve que ser socorrida e internada devido a um grande desequilíbrio de saúde ocasionado pela decisão de suspender todos os medicamentos. Desta data em diante a mãe passou necessitar de cuidados e isto afetou em muito a vida do rapaz, que teve que mudar-se para a casa da mãe.

A utilização do gráfico mostraria claramente como Marte em trânsito disparou o trânsito de Urano e a direção de Marte Converso e Netuno Arco solar com a Lua natal.

EXEMPLO 3: Mulher


Vejamos agora outro mapa de um acontecimento muito grave do qual participaram eclipses, o  trânsito de Júpiter e a Lua Progredida Secundária.

A moça tem um forte Mercúrio natal, angular. A Lua está em conjunção com  Marte na casa 8. Plutão na cúspide da casa 3 está em quadratura com o Sol, em Aquário na casa 6. As duas últimas condições constituiam ameaças de acidentes e, havia o histórico da ocorrência de dois acidentes durante a infância. O primeiro, quando um tio que a segurava no alto a deixou cair de cabeça no chão, o segundo quando rolou uma escada. Em ambos a moça bateu fortemente com a cabeça.

No ano de 2014, Marte e Plutão natais estavam mobilizados por uma mútua aspectação das Direções Primárias, Marte  em oposição a Plutão natal e Plutão em oposição a Marte natal. Por Arco Solar, também a Parte da Fortuna estava em quadratura com Marte natal.

Em abril ocorreu um par de eclipses: no dia 15 um eclipse total da Lua, em 29° de Libra, no eixo 2/8 em oposição à Lua natal.  No dia 29 ocorreu um eclipse anular do Sol, em 8°52 de Touro, na casa 8 próximo à cúspide da 9, fazendo oposição ao Plutão natal, ativando portanto  a direção da oposição Marte/Plutão.

No mês de maio, Júpiter em trânsito fez quadratura com Marte natal e ativou as direções. Nesta ocasião, Urano transitava a casa 8 fazendo conjunção ao Nodo Norte, e sua participação contribuiu para um acontecimento repentino.

Embora a duração dos eclipses seja de 6 meses ou um ano, o período de maior  força de atuação ocorre duas a três semanas, antes e depois do eclipse.

No mesmo mês de maio, estavam ocorrendo os dois retornos da Lua Progredida Secundária, Direta e Conversa, que costumam provocar acontecimentos referentes ao assunto da casa natal na qual a Lua está localizada, aqui a 8. A Lua natal estava ativada pelo eclipse total da Lua, no começo de maio ainda dentro do período de maior força.

No dia 7 de maio, a moça foi atingida por um caminhão desgovernado, enquanto descia a ladeira na qual morava. Ela permaneceu no hospital 40 dias, mas seu forte Plutão suportou o impacto, porém ficaram sequelas.

Conclusão: Demonstramos a importância da utilização da conjugação das diversas técnicas na localização de assuntos ativos na vida pessoal, e como as  técnicas de períodos curtos  disparam as condições ativadas pelas técnicas de períodos longos.

 

Celisa Beranger –  Formação acadêmica em Arquitetura com pós em Urbanismo.

Astróloga consultora, professora, pesquisadora e autora de livros e trabalhos publicados no Brasil e exterior (Ibero – América, França e Rússia). Palestrante em congressos Ibero-americanos.

Diretora do Espaço do Céu. Ex – presidente do SINARJ -Sindicato dos Astrólogos do Estado do Rio de Janeiro e da CNA – Central Nacional de Astrologia. Para mais informações visite: www.espaco-do-ceu.com

 

Bibliografia

  • Brady, Bernadette – Predictive Astrology- The Eagle and the Lark –Samule Wreiser Inc. York Beach, ME –  EUA.
  • Gouchon, H. J. e Reverchon. L – Dictionnaire Astrologique Tome Second- Directions  et Themes Annuels – H. J. Gouchon Editeur – Paris França
  • Hadés – La Recherche &la Date des Événements du destin par L’Atrologie – Editions Bussiere – Paris – França
  • Teal, Celeste – Predicting Events with Astrology – Celeste Teal c/o Llewellyn Worldwide – Saint Paul, MN – EUA
  • Siminovich, Silviina – Técnicas de Prédiccion – Astrologia del Devenir – Editorial Kier – Buenos Aires – Argentina
  • Este texto corresponde à palestra apresentada no XVIII Simpósio Nacional e IX Internacional de Astrologia do SINARJ – Sindicato dos Astrólogos do Estado do Rio de Janeiro em 06 de novembro de 2016.

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