Isabel Guimarães – ASTROLOGIA: A NOVA PANDEMIA E AS CORRELAÇÕES ASTROLÓGICAS

De acordo com esta base da astrologia médica observamos que estamos desde dezembro com uma forte permanência do elemento Terra, que precisa da Água para se fertilizar e limpar.

De acordo com a teoria de Empédocles e Hipócrates, Empédocles ensinou que o mundo era composto de quatro elementos primários; fogo, terra, água e ar. Esses elementos eram indivisíveis e presentes em todas as coisas. Hipócrates aplicou esse ensinamento ao corpo humano, insistindo que se o universo fosse feito destes quatro blocos de construção o mesmo ocorreria com as pessoas.  (Hipócrates, livro IV, pág. 11)

De acordo com esta base da astrologia médica observamos que estamos desde dezembro com uma forte permanência do elemento Terra, aquele que precisa da Água para se fertilizar e limpar. Sabemos que o nome do vírus representa a coroa, que nos leva a ligar ao Rei, onde encontramos a Estrela Fixa Regulus e Agol. Para o leitor ter uma ideia, cada estrela fixa move-se um grau a cada 72 anos, ambas em signos de Terra, Plutão e Marte em Capricórnio, elemento Terra e em dezembro o Sol, o principal Rei, ativa ainda mais este elemento, altura em que aparece o primeiro caso, mas ainda muito “fechado”. E com a entrada ao fim de 12 anos de Júpiter no signo de Capricórnio podemos dizer que a Terra foi expandida e sem o seu suporte principal, pois encontra-se do lado oposto à Água de Caranguejo.

Ainda no elemento Terra, mas sem ligação ao Rei” temos Úrano e Saturno, o chamado senhor do tempo, também ele no signo de Capricórnio, este que representa nossa direção, estruturas. E então como podemos ligar estes ciclos? Apenas me vou focar no último século, sendo que a história mostra muito mais epidemias, mas a lógica desta minha análise prende-se pela ação mais recente:

GRIPE ESPANHOLA – 1918 a 1919 – Júpiter em Gémeos, Saturno em Leão conjunto a Regulus, Úrano em Aquário e Plutão em Caranguejo

FEBRE AMARELA – 1960 a 1962 – Júpiter em Capricórnio, Saturno em Capricórnio, Úrano em Leão e Plutão em Virgem

SARAMPO – Até 1963 – neste analiso o que vem dos ciclos da Febre Amarela, Júpiter em Peixes, Saturno em Aquário, Úrano em Virgem e Plutão em Virgem

MALÁRIA – Desde 1980 e AIDS – Desde 1981, Saturno, Júpiter e Plutão em Balança, Úrano em Sagitário

Se observarmos a análise em síntese, e seguindo a ordem dos planetas no que estamos habituados, e não a ordem Caldaica, observamos que o Júpiter, o planeta da fé, regido por Sagitário e Peixes, representa a Água e o Fogo, elementos que não combinam, e que este planeta faz expandir o que temos, seja o bom ou o mal, com um ciclo de 12 anos, permanecendo 1 ano em cada signo, fazendo a polaridade com o planeta de Terra e Ar, o Saturno, o senhor do karma, aquele que nos faz ganhar sabedoria nas nossas ações seguido do retorno, cada vez mais imediato das nossas ações.

Este planeta também nos fala das estruturas sejam elas da própria Terra ou das instituições e governos. Pertence a Capricórnio e Aquário, este último desde 31 de janeiro que recebe Ceres, o asteroide que representa a Grande Mãe, aquela que acolhe e o símbolo leva-nos à ceifa e permanecerá até quase ao final de abril.

O planeta Úrano fala da necessidade da liberdade, representado por Aquário, uma liberdade revolucionária, aquela que quer mostrar quem é, como é, sem ser obrigado a ficar restrito a regra desmedida, a valores já obsoletos. Já aprendeu, assim este planeta leva o Ar aos grupos, às associações protegendo e levando o seu exemplo como um revolucionário pacífico, num ciclo dos próximos 6 anos. E Plutão rege Escorpião e a Água, aquela que alimenta a profundeza da Terra, o planeta da catarse, do poder que leva à mudança profunda de morte e renascimento, até 2026.

Nesta altura em que o elemento Terra está em grande força e se alimenta da água podemos levar a uma relação comportamental mundial de saber olhar as raízes, a nossa ancestralidade e alimentá-la com o devido respeito, podendo podar a Terra e retirar o que está a criar a toxidade que não leva ao devido crescimento. Desta forma, e devido à permanência deste elemento, leva-nos ao temperamento melancólico que precisa de alimento vindo da Terra, de reforço do sistema imunitário, de saber alimentar-se do que precisa, e não de excessos, afinal a Água em excesso destrói uma árvore, ou uma planta, tal como no humano.

Nesta altura podemos observar o comportamento de Úrano que pede uma mudança radical na forma como nos alimentamos, quer a nível físico, mental, emocional e de que forma o nosso meio ambiente nos leva ao crescimento em conjunto, afinal Úrano é livre. E Plutão apesar de estar no seu submundo, aquele que alimenta as raízes, como planeta de Água, precisa de melhor qualidade dos 3 estados que a Água lhe proporciona.

Numa linguagem mais simples, posso dizer que estes ciclos nos direcionam a uma grande mudança na forma como tratamos o nosso SER pois será o reflexo do nosso meio ambiente, e de que forma seremos capazes de mudar as nossas políticas económicas já gastas e sem sentido, afinal os ciclos repetem-se na história. Mas será que temos que os repetir como se os tivéssemos a viver pela primeira vez? Será que estamos a “limpar” as raízes da nossa ancestralidade? Será que para vivermos em unidade precisamos de vivenciar o isolamento?

Com o ingresso do Saturno ao fim de 30 anos ao signo de Aquário será ativado o regente e teremos a mudança para o Ar, aquele que dá a vida, aquele que no temperamento se chama de Sanguíneo. Com o ingresso de Marte, planeta que na Astrologia Médica representa o Sistema Nervoso Central, a ação do sangue no corpo, representa o elemento Fogo e Água a partir do fim de Março ativando novamente Úrano, pois ingressa no signo de Aquário e junta-se a Saturno, tudo se pode levar para uma leitura de estrutura da mudança da Terra e de que forma a estamos a alimentar, mas numa ação responsável e lenta.

Nesta altura todos os alimentos provenientes da Terra são fundamentais principalmente confecionados a vapor, e o aumento da Água de forma a purificá-la o mais possível, seja de forma fervida, ou com a ajuda do sal dos himalaias. O reforço ao Sistema Esquelético, sistema que representa o elemento Terra, é fundamental para dar a devida proteção e estrutura da Terra, com a energia que vai gastar em Fogo, mas que precisa de fortificar o elemento da Água, o seu sistema imunitário e endócrino.

Será que podemos dizer que o vírus se vai propagar pelo Ar? Como envolve Saturno junto com Marte nas primeiras semanas de abril, diria que poder ser contido, se soubermos respeitar as nossas raízes, e num processo lento podemos ter iniciativas que tragam a sabedoria ancestral na nossa direção de vida. E será que este vírus poderá alterar drasticamente a economia mundial? Se os nossos governantes forem capazes de fazer as mudanças de raiz que há muito são pedidas, e observar os seus povos e alimentá-los com Água límpida, a transmutação pode ser feita, com a ajuda de Plutão. E com o alimento Neptuniano, a fé, a espiritualidade de cada um, podemos limpar a Água recheada de memórias que a tornam obscura e transcender ao milagre, a VIDA!

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